Em 1983, uma equipe de cientistas estavam determinados a realizar uma experiência extremamente radical em uma instalação não revelada. O cientistas tinham a teoria de que um ser humano sem acesso a nenhum sentido ou forma de perceber estímulos, seria capaz de perceber a presença de Deus. Acreditavam os mesmos que um ser humano sem nenhum dos cinco sentidos, poderia estabelecer contato com Deus pelo pensamento. Um homem que alegou ''não ter mais nada para viver'' foi o único voluntário.
Para tirar todos os seus sentidos, os cientistas realizaram uma operação complexa em que cada conexão do nervo sensorial ao cérebro foram cirurgicamente cortadas (Apesar do homem ainda ter total controle muscular, ele não possuia mais a visão, audição, paladar, olfato e tato) Com nenhuma maneira para se comunicar com ou até mesmo sentir o mundo exterior, ele estava sozinho com seus pensamentos. Os cientistas monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado mental e coisas confusas que nem ele mesmo podia ouvir.
Quatro dias depois, o homem afirmou estar ouvindo vozes abafadas em sua cabeça. Supondo que era um inicio de psicose, os cientistas deram pouca atenção. Dois dias depois, o homem gritou que ele podia ouvir sua esposa morta, e ainda mais, ele podia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam convencidos até que o sujeito começou a nomear parentes mortos dos cientistas, ele repetiu informações pessoais para os cientistas que apenas seus cônjuges e pais mortos teriam conhecimento. Neste ponto, uma parcela considerável dos cientistas haviam deixado o estudo.
Depois de uma semana conversando com as pessoas mortas em sua mente, o homem ficou angustiado dizendo que as vozes estavam se tornando ''esmagadoras''. Em todo momento, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes que se recusavam a deixá-lo sozinho. Frequentemente ele se jogava contra a parede, tentando alguma resposta através da dor. Ele pedia aos cientistas por sedativos, para que ele pudesse escapar das vozes dormindo. Isso funcionou por três dias, até que ele começou a ter terriveis pesadelos, o homem disse várias vezes que podia ver e ouvir os mortos em seus sonhos.
Um dia depois, o homem começou a gritar e a arranhar seus olhos, na esperança de sentir algo no mundo físico. O homem agora dizia que as vozes dos mortos eram ensurdecedoras e hostis, falando sobre o inferno e o fim do mundo. Em um momento, ele gritou "Nenhum paraiso, nenhum perdão!" por cinco horas sem parar. Ele pedia diversas vezes para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava perto de estabelecer contato com Deus.
Depois de mais um dia, o homem não conseguia mais formar frasas coerentes. Aparentemente louco, ele começou a morder pedaços de carne do seu braço. Os cientistas correram para dentro da câmara e o prenderam em uma espécie de mesa para que ele não pudesse se matar. Após algumas horas preso, o homem simplesmente parou de lutar e gritar, ele encarava teto cegamente, enquanto as lágrimas escorriam silenciosamente por seu rosto.
Por duas semanas, o homem precisou ser reidratado manualmente, devido ao choro consante. Durante um destes momentos, eventualmente ele virou rosto e apesar de sua cegueira, o homem fez contato visual focado pela primeira vez durante o estudo.
Ele então sussurrou: "Eu falei com Deus, e ele nos abandonou...", passado um tempo, seus sinais vitais pararam.
Sua morte aconteceu, sem nenhuma causa aparente.
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Darkln Project
DarkIn Project é um canal que apareceu no youtube com videos de um cara relatando fenômenos sobrenaturais na sua casa.
Não sei se é real ou não tirem suas conclusões. O interessante é que o canal é NACIONAL! Apesar do nome em inglês, a descrição dos videos estarem em inglês e ele ser todo legendado em inglês. O video é daqui, e ele é todo em português.
Video 2
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O Prisioneiro
Mas vamos aos fatos abomináveis de minha vida antes que eu perca sua atenção. O ano era o de 1982, eu era jovem, tinha somente 24 anos, trabalhador, honesto e suficientemente simpático para não me faltassem moças para cortejar. Era morador de uma cidadezinha miserável no sul do país, a qual o nome não revelarei.
Estava frio quando eu acordei de madrugada, estava sentindo uma sensação estranha, como se alguém estivesse me observando. Liguei a luz do abajur que ficava em cima do criado mudo ao lado de minha cama e olhei em volta. Tudo parecia normal, mas aquele sentimento estranho persistia. Tentei lembrar se estava tendo um pesadelo, mas tinha certeza que não. Apaguei a luz e voltei a dormir.
Nas noites que se seguiram o mesmo acontecia, eu acordava e a sensação de que havia alguém comigo ficava cada vez mais forte. Eu comentei com minha pobre mãe sobre o que estava acontecendo.
“Isso é sua imaginação.” Dizia ela.
Depois de algumas semanas eu já estava acostumado com aquilo e nem me incomodava mais, eu acordava no meio da noite e voltava a dormir sem me preocupar. Esse foi meu erro, ignorar o que não poderia ser ignorado.
Meus amigos e familiares começaram a reclamar do meu comportamento, diziam que eu andava nervoso, violento e sempre pronto para atirar palavras ásperas a eles. Eu sempre dava a desculpa de não estar dormindo bem, dizia que aquilo estava me matando e me tirando do sério, aliás, todos sabem como dormir mal pode afetar nosso comportamento.
Mas aquele sentimento bizarro começou a piorar. Então houve a primeira ocasião onde eu tive a certeza de que aquilo não era só impressão minha e que realmente alguém, ou algo, estava comigo durante as noites. Abri meus olhos, mas não podia me mover, tentei de todas as formas levantar ou gritar, mas meu corpo não obedecia aos meus comandos. Foi então que olhei com terror para um canto do quarto e vi o que parecia ser uma pessoa, não desse mundo tinha certeza, pois era somente uma sombra esfumaçada que ali se apresentava. A “coisa” como tenho chamado essa entidade desde então, começou a mover-se em minha direção. Aterrorizado tentei gritar, mas meu grito era abafado de maneira sobrenatural, como se milhares de mãos estivessem apertando meu pescoço.
Fechei meus olhos e repetia a mim mesmo “você esta tendo um pesadelo” até que senti que outra vez era o mestre do meu corpo e este me obedecia com eficácia apesar de sentir um pouco de dormência. Abri os olhos outra e meu quarto estava vazio. Dormi com a luz acesa o resto da noite. Na manhã seguinte fui ao encontro de minha família que estavam na mesa tomando seu desjejum. Contei tudo o que aconteceu. Meus dois irmãos mais novos riram, meu pai nem escutou e minha mãe continuou dizendo que eu estava tendo pesadelos que pareciam reais. Saí para ir ao trabalho furioso.
Aquilo virou uma rotina, todas as noites aquela criatura aparecia me imobilizava chegava perto de mim e desaparecia. Minha confissão vai te parecer muito bizarra e até mesmo anticristã, e hoje sei que essas são exatamente as palavras para descrever meus atos naquela época. Eu criei uma espécie de vinculo com essa coisa, não nos falávamos, mas eu acabei tomando gosto pela sensação desconfortante que aquilo me causava. O estado emocional em que me deixava após a paralisia não posso descrever, não era bom, mas de alguma forma eu gostava e talvez essa minha fraqueza foi o que levou ao meu ato de perversidade final.
Eu me lembro bem, dia vinte e dois de março, eu me sentia cansado e depressivo. Os ataques sombrios estavam sugando minhas energias e de alguma forma eu perdia o controle do meu corpo. Nessa noite eu acordei exatamente às quatro e meia da manhã e ali estava o espectro outra vez. Notei que algo estava diferente, eu podia sentir seu cheiro e sua forma estava mais solida do que nunca. Mesmo não podendo imaginar com o que aquilo se parecia me horrorizei com aquela imagem demoníaca que se aproximava de mim. Outra vez tentei em vão me libertar das correntes invisíveis que me prendiam os movimentos, eu queria correr, sabia que algo de ruim estava para acontecer.
Foi então que o monstro deitou-se em cima de mim e começou a sussurrar algo em meus ouvidos. Ainda hoje não sei o que ele dizia, mas soava maligno e hipnotizante. Minha visão foi desaparecendo, sentia que meu espírito estava sendo sugado, até que eu perdi a consciência.
Escutei um grito masculino alto e forte, quando abri os olhos vi a bota de um policial se aproximar do meu rosto com violência. Fui jogado no chão e coberto por outros policiais que me seguravam enquanto outro me algemava. Olhei em volta, notei que estava na cozinha, os corpos dos meus pais e irmãos estavam no chão com os membros despegados do corpo e dilacerados. O sangue no meu corpo denunciava que eu era o autor daquele crime bárbaro, o sangue dos meus familiares em minha boca me acusava de um dos maiores crimes que alguém pode cometer contra outro ser humano, o canibalismo.
Desde então, fui atirado nessa cela nojenta e cheia de bichos. Convivendo com o mais baixo tipo de ser humano existente no mundo. Não me matei ainda por covardia, porém creio que não será mais necessário, pois tenho uma doença que avança a cada dia e meu fim está próximo.
Esse foi meu alerta para as pessoas que lerem essa carta. Estejam sempre vigilantes e não se deixem levar pela falta de cuidado. Hoje conheço outras histórias similares a minha e sei que essas entidades, demônio, diabo ou espírito maligno, seja qual for sua denominação correta, nos utiliza como veículos para matar sua sede insaciável de sangue.
sábado, 21 de abril de 2012
Amigo imaginário.
Amigos Imaginários são amigos que as crianças inventam para não brincarem sozinhas. Mas você já pensou se aparece um na sua frente.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Fantasma em Estrada
Numa transmissão ao viva de uma TV britânica, foi flagrado uma presença de um fantasma.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Prossessão Real...
Hoje vou posta algum mais assustador.
Uma familia achou esse video no sotão de uma casa que eles tinham comprado faz pouco tempo. O marido da familia viu o video não deixo mais ninguém da familia ver esse video.
Ele derão o video para um paranormal que afirmou que o video mostra uma prossessão real de 1973 gravada em uma camera 8mm.
Uma familia achou esse video no sotão de uma casa que eles tinham comprado faz pouco tempo. O marido da familia viu o video não deixo mais ninguém da familia ver esse video.
Ele derão o video para um paranormal que afirmou que o video mostra uma prossessão real de 1973 gravada em uma camera 8mm.
sábado, 24 de setembro de 2011
Os Anjos de Mons
Será que na 1º Guerra Mundial deve forças divinas.
Em 1914 o Exército Britânico estava derrotado em Mons, para Alemanha. Eles tinham 1 soldado para cada 3 alemães. Então os Britânicos decidiram recuar e voltar. Mas uma cavalaria do Imperador Frederico Guilherme bloqueou a passagem dos ingleses, declarando a morte dos soldados. Mas o óbvio não aconteceu. Os cavalos alemães entraram em pânico e fugiram deixando passagem para os Ingleses irem embora.
O que foi que impediu o massacre e assustou os cavalos Alemães ?
Uma matéria do Evening News de Londres disse que os soldados foram poupados pela visão de um esquadrão de anjos pairando sobre suas cabeças. O autor do artigo era Arthur Machen, escritor de histórias de terror, e ocultista que participava da Ordem Hermética do Crepúsculo Dourado. Sociedade secreta que participava também Aleister Crowley. Segundo Machen, sobre a cabeça dos Ingleses existia um exército de arqueiros Ingleses medievais com arcos longos apontados para os Alemães. Quando os soldados sobreviventes voltaram de Mons, muitos deles contavam a história de uma visão de arqueiros celestiais que confirmava a história de Machen. O reverendo C. M. Chavasse, capelão do Exército, confirmou que ficou sabendo da história pelo relato de um general de brigada e 2 de seus oficiais que estiveram no campo de batalha. Vários artigos se espalharam pela Inglaterra. Se os anjos de Mons foram criados pela imaginação de Machen, sem duvida eles ganharam vida no inconsciente coletivo, e os Ingleses que estavam sendo massacrados acabaram vitoriosos com seus aliados. Os anjos colaboraram na guerra, no mínimo, psicologicamente.
Em 1914 o Exército Britânico estava derrotado em Mons, para Alemanha. Eles tinham 1 soldado para cada 3 alemães. Então os Britânicos decidiram recuar e voltar. Mas uma cavalaria do Imperador Frederico Guilherme bloqueou a passagem dos ingleses, declarando a morte dos soldados. Mas o óbvio não aconteceu. Os cavalos alemães entraram em pânico e fugiram deixando passagem para os Ingleses irem embora.
O que foi que impediu o massacre e assustou os cavalos Alemães ?
Uma matéria do Evening News de Londres disse que os soldados foram poupados pela visão de um esquadrão de anjos pairando sobre suas cabeças. O autor do artigo era Arthur Machen, escritor de histórias de terror, e ocultista que participava da Ordem Hermética do Crepúsculo Dourado. Sociedade secreta que participava também Aleister Crowley. Segundo Machen, sobre a cabeça dos Ingleses existia um exército de arqueiros Ingleses medievais com arcos longos apontados para os Alemães. Quando os soldados sobreviventes voltaram de Mons, muitos deles contavam a história de uma visão de arqueiros celestiais que confirmava a história de Machen. O reverendo C. M. Chavasse, capelão do Exército, confirmou que ficou sabendo da história pelo relato de um general de brigada e 2 de seus oficiais que estiveram no campo de batalha. Vários artigos se espalharam pela Inglaterra. Se os anjos de Mons foram criados pela imaginação de Machen, sem duvida eles ganharam vida no inconsciente coletivo, e os Ingleses que estavam sendo massacrados acabaram vitoriosos com seus aliados. Os anjos colaboraram na guerra, no mínimo, psicologicamente.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
O Fantasma de Dante
Existe uma lenda sobre Dante e a sua famosa obra “A comédia divina”. A lenda conta que o fantasma de Dante apareceu a um dos seus filhos para mostrar-lhe onde se encontrava a parte que faltava para completar a obra. Durante Degli Alighieri, mais conhecido pelo nome de Dante, está considerado como um dos grandes poetas da história. Pouco tempo depois da sua morte, o 14 de Setembro de 1321, os seus chegados deram conta da falta de uma parte da sua grande obra mestre. A comédia divina. Os seus dois filhos procuraram nos apartamentos de Dante, mas em vão, pois não encontraram o que faltava. Deixaram de acreditar na sua existência quando, vários dias mais tarde, o seu filho Jacopo viu o seu pai em sonhos. Dante aparecia na habitação do seu filho coberto por uma luz sobrenatural. Jacopo perguntou então se ele tinha terminado a obra. Com um movimento com a cabeça, Dante respondeu afirmativamente e lhe indicou na sua antiga habitação, um esconderijo secreto. Na noite seguinte, Jacopo e o seu irmão foram ao lugar indicado pela aparição na noite anterior.

Ali encontraram o esconderijo secreto na parede, no local exacto que Dante mostrou no sonho. No seu interior encontraram velhos papeis. Com muito cuidado e com muita precaução os limparam e comprovaram que, efectivamente, haviam encontrado a parte final da “Comedia Divina”. Assim, graças à aparição deste fantasma em sonhos, um dos maiores poemas de todos os tempos foi possível ser publicado.
Ali encontraram o esconderijo secreto na parede, no local exacto que Dante mostrou no sonho. No seu interior encontraram velhos papeis. Com muito cuidado e com muita precaução os limparam e comprovaram que, efectivamente, haviam encontrado a parte final da “Comedia Divina”. Assim, graças à aparição deste fantasma em sonhos, um dos maiores poemas de todos os tempos foi possível ser publicado.
sábado, 17 de setembro de 2011
Brown Palace Hotel Mal- Assombrado
Diz a lenda que funcionários do Brown Palace Hotel, em Denver, Estados Unidos, gostaram tanto de trabalhar lá que continuam aparecendo para prestar seus serviços mesmo depois de mortos.
Os mais medrosos devem evitar o quarto número 904, onde viveu por 15 anos uma socialite chamada Louise Crawford Hill. Enquanto um guia do Brown contava aos hóspedes histórias de amor vividas por Louise, a recepção recebia constantes telefonemas do apartamento, sendo que ele não possuía telefone na época.
Nesse hotel, também é possível deparar com fantasmas de ex-presidentes dos Estados Unidos, pois vários já passaram por lá. Entre as celebridades que já se hospedaram no Brown Palace Hotel também estão Elvis Presley,John Wayne e o bandido Buffalo Bill, que, durante um ano, esperou seu julgamento hospedado ali.
Os mais medrosos devem evitar o quarto número 904, onde viveu por 15 anos uma socialite chamada Louise Crawford Hill. Enquanto um guia do Brown contava aos hóspedes histórias de amor vividas por Louise, a recepção recebia constantes telefonemas do apartamento, sendo que ele não possuía telefone na época.
Nesse hotel, também é possível deparar com fantasmas de ex-presidentes dos Estados Unidos, pois vários já passaram por lá. Entre as celebridades que já se hospedaram no Brown Palace Hotel também estão Elvis Presley,John Wayne e o bandido Buffalo Bill, que, durante um ano, esperou seu julgamento hospedado ali.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Rancho Skinwalker
Ele também é conhecido como Fazenda Skinwalker.
Nesse rancho ocorreu varios fenômenos paranormais.
PARTE 1 LOBO À PROVA DE BALAS
"No dia em que os Gormans fizeram sua mudança para a propriedade, eles tiveram seu primeiro vislumbre dos eventos que seguiriam. Avistaram um lobo imenso no meio do pasto, em frente a casa. O animal cuidadosamente atravessou o campo e, para a surpresa de todos, esgueirou-se entre os membros da família, agindo como se fosse um animal de estimação. Havia chovido naquele dia e os Gormans recordam-se que o lobo cheirava como um cão molhado, quando eles o alisavam.

Tom Gorman
Depois de alguns minutos, o lobo foi lentamente para o curral e agarrou um novilho pelo focinho, tentando puxá-lo pela grade do curral. Gorman e seu pai começaram a bater nas costas dele com pedaços de pau, mas ele não soltava o novilho. Gorman, então, agarrou sua potente Magnum 357, que estava no caminhão, e atirou no animal à queima-roupa. O disparo não teve qualquer efeito visível sobre o bicho. O homem deu um outro tiro no lobo, que então soltou o novilho, mas ficou de pé, olhando para a família como se nada tivesse acontecido. Gorman deu mais dois tiros com a poderosa arma e o animal moveu-se um pouco para trás, mas ainda assim não mostrou qualquer sinal de medo ou sofrimento – nem mesmo sangue. O fazendeiro, intrigado, apanhou um rifle de caça e disparou no lobo novamente, uma vez mais a pequena distância. Ele não apenas é um atirador experiente como também é um caçador esportista de considerável reputação. Cinco tiros deveriam ter sido suficientes para derrubar um alce, imagine então o que fariam a um lobo. Pelo que contam os Gormans, o quinto disparo chegou a arrancar uma mecha de pêlo e rasgar um pouco o corpo do lobo, mas o animal ainda não parecia incomodado. Finalmente, após um sexto tiro, o animal correu pelo campo até um mato lamacento. O fazendeiro e um dos filhos perseguiram a besta por aproximadamente 1,5 km, seguindo suas pegadas na lama. Mas os rastros desapareceram subitamente, como se o animal tivesse simplesmente se elevado no ar. Ao retornar para a área do curral, Gorman examinou o pedaço do corpo do lobo que havia sido arrancado com o tiro, constatando que tinha a aparência e cheiro de carne podre. Ele passou a inquirir a vizinhança a respeito do animal, mas ninguém tinha visto qualquer lobo manso de tamanho anormal na área. Poucas semanas mais tarde, a esposa de Gorman encontrou outro lobo, que era tão grande que suas costas ficavam da altura do topo da janela quando ele encostou ao lado do carro. O lobo estava acompanhado de um animal que se parecia com um cão, mas que ela não pôde identificar ao certo".
Relato do Jornalista george Knapp:
"Estava sentado numa cadeira plástica, no meio de uma grande escuridão. Havia ao lado todo um conjunto de artefatos eletrônicos amarrados ao meu tórax e braços. Microfones, câmeras, uma caixa que detecta mudanças magnéticas e um contador Geiger etc.
Em algum lugar desse aparato também havia uma lanterna à pilha, o único dos dispositivos sobre os quais entendo alguma coisa, mas que não conseguia encontrar. À minha frente, quase conseguia distinguir algumas árvores verdadeiramente esquisitas. Insetos malévolos estavam perturbando meus olhos e ouvidos, neste canto remoto do Utah. Há pouco mais de 100 m, além de uma cerca de arame farpado, estavam meus colegas estudiosos da paranormalidade, equipados com suas próprias câmeras de vídeo, óculos para visão noturna e outros dispositivos semelhantes. Eles tinham o papel de me vigiar para ver se algo acontecia. Naquela noite, eu era a isca. Mas isca de quê, me perguntava. A esperança não verbalizada na minha própria e inerente estranheza do que estava ao meu redor era o que podia me fornecer algum tipo de conexão com uma certa energia ou entidade inegavelmente estranha, que parecia ter se concentrado naquela comunidade rural remota – e, em particular, nesta pequena fazenda onde me encontrava sentado naquele momento, à espera de algo que anunciasse sua presença. Alguns eventos estranhos aconteceram no exato local em que estava. Foi bem ali que um visitante foi abordado por uma criatura quase invisível que rugia, algo parecido com o predador das telas do cinema". "Foi ali, também, que um doutor em física relatou que sua mente fora invadida e literalmente controlada por algum tipo de inteligência hostil que o advertiu que ele não era bem-vindo no local. Foi ali também que um grupo inteiro de pesquisadores assistiu, com assombro, a abertura de uma porta ou portal brilhante, de onde uma criatura humanóide surgiu e se arrastou rapidamente, antes de desaparecer. E também foi ali que diversos animais – gado e cães – foram mutilados, obliterados ou simplesmente desapareceram". Alguns acreditam acreditam que todos esses fenômenos, tem uma raíz na população indígena que ali vivia antes dos Gormans. “Eles acham que os Skinwalkers são espíritos poderosos que estão aqui por causa de uma maldição jogada sobre eles pelos navajos. E o grande centro desta lenda é esta fazenda. Os utes dizem que a fazenda é o "caminho do Skinwalker’”. Os membros da tribo são estritamente proibidos de pisar na propriedade, e assim tem sido por muito tempo". A fazenda em questão é constituída de 192 hectares de pasto rico e bem irrigado e de algumas áreas cobertas de algodão. Ela é dividida em três partes, cada qual com uma casa de fazenda. Há um matagal alto e um riacho de um lado da propriedade, e um cume rochoso e pitoresco do outro – o Cume do Skinwalker, como é chamado pelos utes. O único caminho para dentro ou fora da fazenda é uma longa estrada de terra.
PARTE2 COISA GRANDE E EMBAÇADA
Certa vez, enquanto entravam de carro na fazenda, numa tarde ensolarada, Gorman e sua esposa observaram algo atacando um de seus cavalos. Eles descreveram aquilo como “tendo altura pouco acima do chão, sendo pesadamente musculoso, com uns 90 kg, pêlos ruivos cacheados e um rabo bem peludo”. O inusitado animal tinha uma aparência que lembrava de longe uma hiena musculosa, que parecia estar agarrando seu cavalo, quase brincando com ele. Gorman chegou a se aproximar cerca de 15 m do bicho, mas disse que ele literalmente desapareceu diante dos seus olhos. Sumiu, como num passe de mágica. Os Gormans verificaram o cavalo e identificaram numerosas marcas de garras em suas pernas. Poucos meses depois, a esposa de um policial local relatou ter visto uma besta avermelhada e musculosa, semelhante àquele animal, correndo pela propriedade. Outro visitante da fazenda teve um encontro mais ameaçador ainda em sua área central, no mesmo lugar em que eu fui posicionado como isca, naquela noite que descrevi. O visitante, bem como Gorman e seu filho, avistaram uma “coisa grande e embaçada movendo-se em meio às árvores”. O visitante descreveu que a tal coisa apareceu movendo-se suavemente entre as árvores, pelo pasto, cobrindo uma distância de quase 10 m em segundos. Disse que quando ela o alcançou, produziu um forte rugido, muito semelhante ao de um grande urso, daqueles que se ouvem a quilômetros de distância. “Mas aquilo não era um urso”, insiste o visitante. De acordo com os Gormans, o animal era quase invisível, lembrando o ser camuflado do filme O Predador. O homem ficou tão apavorado que se agarrou ao fazendeiro e não o largou de jeito algum, depois deixando a fazenda para nunca mais retornar. Outras criaturas e seres não identificados também foram vistos naquela região do Utah, incluindo pássaros exóticos multicoloridos que não eram nativos da região e não podiam ser reconhecidos. Houve também numerosos encontros próximos com criaturas descritas como bestas escuras de até 3 m de altura, que lembravam o mitológico sasquash. Como se as experiências visuais não bastassem, a família também alega ter tido outros sentidos desafiados por estranhos eventos. Muitas vezes, ficavam surpresos ao sentir cheiros fortes de almíscar. Igualmente, os pastos inexplicavelmente se clareavam durante a noite, como estádios de futebol. Os Gormans alegam terem visto feixes de luz que aparentemente emanavam do solo. Eles e outros fazendeiros da região dizem também já terem ouvido barulhos que pareciam ser de maquinário pesado, operando sob a terra. E já ouviram vozes, muitas delas. Seu filho Tom e um sobrinho relataram que uma vez ouviram uma conversa alta, sem uma origem física aparente e numa língua ininteligível. As vozes eram masculinas e desencarnadas. De acordo com as testemunhas, falavam em um tom debochado e pareciam emanar de uns 10 m acima de suas cabeças, mas eles nada viram. Os cães que acompanhavam as vítimas grunhiam e latiam para as vozes, quando então fugiram em pânico. Houve também manifestações físicas que não são facilmente explicáveis. Por exemplo, certa vez, enquanto verificava o gado na terceira área da fazenda, Gorman percebeu que alguém havia escavado seu pasto. Quase uma tonelada de terra havia sido retirada de buracos escavados no solo. “Suas extremidades se pareciam com círculos concêntricos perfeitos, como se alguém tivesse enfiado um cortador de biscoitos gigante no chão”, disse o homem. Várias outras marcas de escavação menores também foram achadas.
VIOLENTOS PESADELOS
Ninguém conseguia dormir mais naquela fazenda. Quando os Gormans finalmente tinham umas poucas horas de sono, eram assolados por violentos pesadelos, que, depois descobriram, ocorriam identicamente a todos os membros da família. Os dois filhos, considerados excelentes alunos antes de chegarem à fazenda, tiveram suas notas deterioradas. A esposa de Gorman perdeu seu emprego num banco local por suas repetidas faltas ao trabalho e por seu repertório de intenso terror. Na esperança de sentirem-se mais seguros, os membros da família passaram a dormir no chão da sala todas as noites. Sua situação era precária e desesperadora. O pessoal do NIDS oferecia apoio moral, emocional e financeiro a eles. E mais que isso, Bigelow tinha um plano para os Gormans. A fazenda se apresentava como uma chance única de se estudar legitimamente um cardápio inteiro de atividades paranormais e ufológicas. O NIDS queria fechar a fazenda, cercá-la com equipamento de monitoramento de última geração, colocar observadores treinados 24 horas por dia e ver o que aconteceria. Mas algo conspirou contra os planos de Bigelow e seus cientistas. Alguns residentes do local passaram a desconfiar das atividades daqueles esquisitões de Las Vegas e a suspeitar sobre o que realmente tinham em mente. Um golpe de algum tipo era uma possibilidade que não se podia ignorar. Enquanto detalhes das operações do NIDS circulavam pelos Estados Unidos, ufólogos mais radicais lamentavam que Bigelow estivesse à frente de tais pesquisas. O milionário era suspeito de ter conexões com a CIA e os ufólogos temiam que ele tentaria de alguma forma controlar o tema, impedindo que o que fosse descoberto na fazenda se tornasse de conhecimento público. Eles exigiam que o tudo que ocorresse na propriedade fosse imediatamente disponibilizado para avaliação. Já céticos de plantão previam que a equipe do NIDS voltaria de mãos vazias, porque os eventos fatalmente murchariam sob a luz de um escrutínio científico. No fim das contas, os três grupos estavam errados. O NIDS realmente isolou a fazenda e impediu o acesso de observadores externos a ela, mas não sem grandes gastos financeiros. Nem a CIA nem qualquer outra entidade governamental teve qualquer influência sobre as coisas que ocorreram sob a vigilância da turma de Bigelow. Nem o fenômeno em si desvaneceu ou evaporou-se sob o rigor das investigações. Ao longo dos últimos seis anos de atividades no local, os eventos na fazenda têm sido permanentemente analisados. Testemunhas, incluindo cientistas reconhecidos e autoridades, têm documentado uma gama enorme de atividade incomum. Porém, todas as informações sobre o local estão em quase completo sigilo. Em função de um acordo com Bob Bigelow, este autor obteve a primeira permissão de acesso à fazenda e aos cientistas que fazem parte da equipe do NIDS. Lá estive e conduzi entrevistas com o pessoal residente na fazenda, bem como com membros da comunidade local, que haviam relatado eventos incomuns.
UFOS E OUTROS FENÔMENOS
Os Gormans também relatam fenômenos semelhantes aos círculos ingleses, descobertos na propriedade. Uma formação encontrada no seu pasto consistia de três círculos de mato amassado, cada qual com aproximadamente 3 m de diâmetro. Estavam dispostos num padrão triangular, tendo cada círculo cerca de 10 m de distância dos demais. Vale ressaltar que há apenas uma estrada de acesso à fazenda e que qualquer pessoa entrando ou saindo da propriedade seria certamente notada pelos Gormans ou seus vizinhos. Na primavera de 1995, os Gormans começaram a ver coisas estranhas no céu. “Eram verdadeiras esquisitices aéreas”. Enquanto verificavam o gado, Gorman e seu sobrinho observaram o que parecia ser um pequeno veículo parado na propriedade. Eles começaram a se aproximar do objeto, achando que o motorista poderia estar com problemas mecânicos. À medida em que acercavam tal veículo, este se afastava silenciosamente. Gorman e o sobrinho tentaram mais uma vez chegar perto, e novamente o objeto se afastou. Eles subiram então numa cerca para tentar obter uma visão melhor do veículo, quando perceberam que não era nada semelhante ao que conheciam. O objeto levantou vôo por sobre as árvores e lentamente foi embora, sem fazer qualquer som. “Com certeza aquilo não era um helicóptero”, disse Gorman. As testemunhas puderam ver tal artefato com bastante clareza e garantiram que tinha o formato de um refrigerador, com uma luz na frente e outra vermelha atrás. Já por algum tempo, antes disso, a família vinha observando estranhos objetos aéreos. A esposa do fazendeiro afirma que algo parecido com um caça a jato Stealth, rodeado de luzes piscantes e em forma de disco, pairou silenciosamente a uns 7 m acima de seu veículo, antes de partir em alta velocidade. Cada membro da família fez repetidos avistamentos de uma inusitada nuvem que geralmente pairava do lado de fora da propriedade. A tal nuvem foi descrita por eles como tendo “luzes de árvore de Natal piscantes” ou “mini explosões silenciosas dentro dela”. Dentre os objetos voadores não identificados vistos pelos Gormans, seus vizinhos e outras testemunhas, estão também os clássicos aparelhos em forma de disco voador – ou “sombreiros voadores”, como são chamados –, de bastões iluminados como lâmpadas fluorescentes e uma nave em forma de charuto, com o gigantesco comprimento de vários estádios de futebol. De longe, os objetos mais comuns testemunhados por eles foram esferas flutuantes de diferentes tamanhos e cores. Em 1995 e 1996, os Gormans e outros moradores da região relataram 12 incidentes separados, quando viram grandes círculos alaranjados voando acima das árvores da área central da fazenda. Tom Gorman alega que, ocasionalmente, buracos se abriam nos círculos e outras esferas, menores que as anteriores, saíam de seu interior. Um fazendeiro vizinho informou ter tido seus próprios encontros com o que chamou de “uma bola de basquete voadora alaranjada”.


Estranhos objetos fotografados no Rancho
PORTAL DIMENSIONAL
Nesse rancho ocorreu varios fenômenos paranormais.
PARTE 1 LOBO À PROVA DE BALAS
"No dia em que os Gormans fizeram sua mudança para a propriedade, eles tiveram seu primeiro vislumbre dos eventos que seguiriam. Avistaram um lobo imenso no meio do pasto, em frente a casa. O animal cuidadosamente atravessou o campo e, para a surpresa de todos, esgueirou-se entre os membros da família, agindo como se fosse um animal de estimação. Havia chovido naquele dia e os Gormans recordam-se que o lobo cheirava como um cão molhado, quando eles o alisavam.
Tom Gorman
Depois de alguns minutos, o lobo foi lentamente para o curral e agarrou um novilho pelo focinho, tentando puxá-lo pela grade do curral. Gorman e seu pai começaram a bater nas costas dele com pedaços de pau, mas ele não soltava o novilho. Gorman, então, agarrou sua potente Magnum 357, que estava no caminhão, e atirou no animal à queima-roupa. O disparo não teve qualquer efeito visível sobre o bicho. O homem deu um outro tiro no lobo, que então soltou o novilho, mas ficou de pé, olhando para a família como se nada tivesse acontecido. Gorman deu mais dois tiros com a poderosa arma e o animal moveu-se um pouco para trás, mas ainda assim não mostrou qualquer sinal de medo ou sofrimento – nem mesmo sangue. O fazendeiro, intrigado, apanhou um rifle de caça e disparou no lobo novamente, uma vez mais a pequena distância. Ele não apenas é um atirador experiente como também é um caçador esportista de considerável reputação. Cinco tiros deveriam ter sido suficientes para derrubar um alce, imagine então o que fariam a um lobo. Pelo que contam os Gormans, o quinto disparo chegou a arrancar uma mecha de pêlo e rasgar um pouco o corpo do lobo, mas o animal ainda não parecia incomodado. Finalmente, após um sexto tiro, o animal correu pelo campo até um mato lamacento. O fazendeiro e um dos filhos perseguiram a besta por aproximadamente 1,5 km, seguindo suas pegadas na lama. Mas os rastros desapareceram subitamente, como se o animal tivesse simplesmente se elevado no ar. Ao retornar para a área do curral, Gorman examinou o pedaço do corpo do lobo que havia sido arrancado com o tiro, constatando que tinha a aparência e cheiro de carne podre. Ele passou a inquirir a vizinhança a respeito do animal, mas ninguém tinha visto qualquer lobo manso de tamanho anormal na área. Poucas semanas mais tarde, a esposa de Gorman encontrou outro lobo, que era tão grande que suas costas ficavam da altura do topo da janela quando ele encostou ao lado do carro. O lobo estava acompanhado de um animal que se parecia com um cão, mas que ela não pôde identificar ao certo".
Relato do Jornalista george Knapp:
"Estava sentado numa cadeira plástica, no meio de uma grande escuridão. Havia ao lado todo um conjunto de artefatos eletrônicos amarrados ao meu tórax e braços. Microfones, câmeras, uma caixa que detecta mudanças magnéticas e um contador Geiger etc.
Em algum lugar desse aparato também havia uma lanterna à pilha, o único dos dispositivos sobre os quais entendo alguma coisa, mas que não conseguia encontrar. À minha frente, quase conseguia distinguir algumas árvores verdadeiramente esquisitas. Insetos malévolos estavam perturbando meus olhos e ouvidos, neste canto remoto do Utah. Há pouco mais de 100 m, além de uma cerca de arame farpado, estavam meus colegas estudiosos da paranormalidade, equipados com suas próprias câmeras de vídeo, óculos para visão noturna e outros dispositivos semelhantes. Eles tinham o papel de me vigiar para ver se algo acontecia. Naquela noite, eu era a isca. Mas isca de quê, me perguntava. A esperança não verbalizada na minha própria e inerente estranheza do que estava ao meu redor era o que podia me fornecer algum tipo de conexão com uma certa energia ou entidade inegavelmente estranha, que parecia ter se concentrado naquela comunidade rural remota – e, em particular, nesta pequena fazenda onde me encontrava sentado naquele momento, à espera de algo que anunciasse sua presença. Alguns eventos estranhos aconteceram no exato local em que estava. Foi bem ali que um visitante foi abordado por uma criatura quase invisível que rugia, algo parecido com o predador das telas do cinema". "Foi ali, também, que um doutor em física relatou que sua mente fora invadida e literalmente controlada por algum tipo de inteligência hostil que o advertiu que ele não era bem-vindo no local. Foi ali também que um grupo inteiro de pesquisadores assistiu, com assombro, a abertura de uma porta ou portal brilhante, de onde uma criatura humanóide surgiu e se arrastou rapidamente, antes de desaparecer. E também foi ali que diversos animais – gado e cães – foram mutilados, obliterados ou simplesmente desapareceram". Alguns acreditam acreditam que todos esses fenômenos, tem uma raíz na população indígena que ali vivia antes dos Gormans. “Eles acham que os Skinwalkers são espíritos poderosos que estão aqui por causa de uma maldição jogada sobre eles pelos navajos. E o grande centro desta lenda é esta fazenda. Os utes dizem que a fazenda é o "caminho do Skinwalker’”. Os membros da tribo são estritamente proibidos de pisar na propriedade, e assim tem sido por muito tempo". A fazenda em questão é constituída de 192 hectares de pasto rico e bem irrigado e de algumas áreas cobertas de algodão. Ela é dividida em três partes, cada qual com uma casa de fazenda. Há um matagal alto e um riacho de um lado da propriedade, e um cume rochoso e pitoresco do outro – o Cume do Skinwalker, como é chamado pelos utes. O único caminho para dentro ou fora da fazenda é uma longa estrada de terra.
PARTE2 COISA GRANDE E EMBAÇADA
Certa vez, enquanto entravam de carro na fazenda, numa tarde ensolarada, Gorman e sua esposa observaram algo atacando um de seus cavalos. Eles descreveram aquilo como “tendo altura pouco acima do chão, sendo pesadamente musculoso, com uns 90 kg, pêlos ruivos cacheados e um rabo bem peludo”. O inusitado animal tinha uma aparência que lembrava de longe uma hiena musculosa, que parecia estar agarrando seu cavalo, quase brincando com ele. Gorman chegou a se aproximar cerca de 15 m do bicho, mas disse que ele literalmente desapareceu diante dos seus olhos. Sumiu, como num passe de mágica. Os Gormans verificaram o cavalo e identificaram numerosas marcas de garras em suas pernas. Poucos meses depois, a esposa de um policial local relatou ter visto uma besta avermelhada e musculosa, semelhante àquele animal, correndo pela propriedade. Outro visitante da fazenda teve um encontro mais ameaçador ainda em sua área central, no mesmo lugar em que eu fui posicionado como isca, naquela noite que descrevi. O visitante, bem como Gorman e seu filho, avistaram uma “coisa grande e embaçada movendo-se em meio às árvores”. O visitante descreveu que a tal coisa apareceu movendo-se suavemente entre as árvores, pelo pasto, cobrindo uma distância de quase 10 m em segundos. Disse que quando ela o alcançou, produziu um forte rugido, muito semelhante ao de um grande urso, daqueles que se ouvem a quilômetros de distância. “Mas aquilo não era um urso”, insiste o visitante. De acordo com os Gormans, o animal era quase invisível, lembrando o ser camuflado do filme O Predador. O homem ficou tão apavorado que se agarrou ao fazendeiro e não o largou de jeito algum, depois deixando a fazenda para nunca mais retornar. Outras criaturas e seres não identificados também foram vistos naquela região do Utah, incluindo pássaros exóticos multicoloridos que não eram nativos da região e não podiam ser reconhecidos. Houve também numerosos encontros próximos com criaturas descritas como bestas escuras de até 3 m de altura, que lembravam o mitológico sasquash. Como se as experiências visuais não bastassem, a família também alega ter tido outros sentidos desafiados por estranhos eventos. Muitas vezes, ficavam surpresos ao sentir cheiros fortes de almíscar. Igualmente, os pastos inexplicavelmente se clareavam durante a noite, como estádios de futebol. Os Gormans alegam terem visto feixes de luz que aparentemente emanavam do solo. Eles e outros fazendeiros da região dizem também já terem ouvido barulhos que pareciam ser de maquinário pesado, operando sob a terra. E já ouviram vozes, muitas delas. Seu filho Tom e um sobrinho relataram que uma vez ouviram uma conversa alta, sem uma origem física aparente e numa língua ininteligível. As vozes eram masculinas e desencarnadas. De acordo com as testemunhas, falavam em um tom debochado e pareciam emanar de uns 10 m acima de suas cabeças, mas eles nada viram. Os cães que acompanhavam as vítimas grunhiam e latiam para as vozes, quando então fugiram em pânico. Houve também manifestações físicas que não são facilmente explicáveis. Por exemplo, certa vez, enquanto verificava o gado na terceira área da fazenda, Gorman percebeu que alguém havia escavado seu pasto. Quase uma tonelada de terra havia sido retirada de buracos escavados no solo. “Suas extremidades se pareciam com círculos concêntricos perfeitos, como se alguém tivesse enfiado um cortador de biscoitos gigante no chão”, disse o homem. Várias outras marcas de escavação menores também foram achadas.
VIOLENTOS PESADELOS
Ninguém conseguia dormir mais naquela fazenda. Quando os Gormans finalmente tinham umas poucas horas de sono, eram assolados por violentos pesadelos, que, depois descobriram, ocorriam identicamente a todos os membros da família. Os dois filhos, considerados excelentes alunos antes de chegarem à fazenda, tiveram suas notas deterioradas. A esposa de Gorman perdeu seu emprego num banco local por suas repetidas faltas ao trabalho e por seu repertório de intenso terror. Na esperança de sentirem-se mais seguros, os membros da família passaram a dormir no chão da sala todas as noites. Sua situação era precária e desesperadora. O pessoal do NIDS oferecia apoio moral, emocional e financeiro a eles. E mais que isso, Bigelow tinha um plano para os Gormans. A fazenda se apresentava como uma chance única de se estudar legitimamente um cardápio inteiro de atividades paranormais e ufológicas. O NIDS queria fechar a fazenda, cercá-la com equipamento de monitoramento de última geração, colocar observadores treinados 24 horas por dia e ver o que aconteceria. Mas algo conspirou contra os planos de Bigelow e seus cientistas. Alguns residentes do local passaram a desconfiar das atividades daqueles esquisitões de Las Vegas e a suspeitar sobre o que realmente tinham em mente. Um golpe de algum tipo era uma possibilidade que não se podia ignorar. Enquanto detalhes das operações do NIDS circulavam pelos Estados Unidos, ufólogos mais radicais lamentavam que Bigelow estivesse à frente de tais pesquisas. O milionário era suspeito de ter conexões com a CIA e os ufólogos temiam que ele tentaria de alguma forma controlar o tema, impedindo que o que fosse descoberto na fazenda se tornasse de conhecimento público. Eles exigiam que o tudo que ocorresse na propriedade fosse imediatamente disponibilizado para avaliação. Já céticos de plantão previam que a equipe do NIDS voltaria de mãos vazias, porque os eventos fatalmente murchariam sob a luz de um escrutínio científico. No fim das contas, os três grupos estavam errados. O NIDS realmente isolou a fazenda e impediu o acesso de observadores externos a ela, mas não sem grandes gastos financeiros. Nem a CIA nem qualquer outra entidade governamental teve qualquer influência sobre as coisas que ocorreram sob a vigilância da turma de Bigelow. Nem o fenômeno em si desvaneceu ou evaporou-se sob o rigor das investigações. Ao longo dos últimos seis anos de atividades no local, os eventos na fazenda têm sido permanentemente analisados. Testemunhas, incluindo cientistas reconhecidos e autoridades, têm documentado uma gama enorme de atividade incomum. Porém, todas as informações sobre o local estão em quase completo sigilo. Em função de um acordo com Bob Bigelow, este autor obteve a primeira permissão de acesso à fazenda e aos cientistas que fazem parte da equipe do NIDS. Lá estive e conduzi entrevistas com o pessoal residente na fazenda, bem como com membros da comunidade local, que haviam relatado eventos incomuns.
UFOS E OUTROS FENÔMENOS
Os Gormans também relatam fenômenos semelhantes aos círculos ingleses, descobertos na propriedade. Uma formação encontrada no seu pasto consistia de três círculos de mato amassado, cada qual com aproximadamente 3 m de diâmetro. Estavam dispostos num padrão triangular, tendo cada círculo cerca de 10 m de distância dos demais. Vale ressaltar que há apenas uma estrada de acesso à fazenda e que qualquer pessoa entrando ou saindo da propriedade seria certamente notada pelos Gormans ou seus vizinhos. Na primavera de 1995, os Gormans começaram a ver coisas estranhas no céu. “Eram verdadeiras esquisitices aéreas”. Enquanto verificavam o gado, Gorman e seu sobrinho observaram o que parecia ser um pequeno veículo parado na propriedade. Eles começaram a se aproximar do objeto, achando que o motorista poderia estar com problemas mecânicos. À medida em que acercavam tal veículo, este se afastava silenciosamente. Gorman e o sobrinho tentaram mais uma vez chegar perto, e novamente o objeto se afastou. Eles subiram então numa cerca para tentar obter uma visão melhor do veículo, quando perceberam que não era nada semelhante ao que conheciam. O objeto levantou vôo por sobre as árvores e lentamente foi embora, sem fazer qualquer som. “Com certeza aquilo não era um helicóptero”, disse Gorman. As testemunhas puderam ver tal artefato com bastante clareza e garantiram que tinha o formato de um refrigerador, com uma luz na frente e outra vermelha atrás. Já por algum tempo, antes disso, a família vinha observando estranhos objetos aéreos. A esposa do fazendeiro afirma que algo parecido com um caça a jato Stealth, rodeado de luzes piscantes e em forma de disco, pairou silenciosamente a uns 7 m acima de seu veículo, antes de partir em alta velocidade. Cada membro da família fez repetidos avistamentos de uma inusitada nuvem que geralmente pairava do lado de fora da propriedade. A tal nuvem foi descrita por eles como tendo “luzes de árvore de Natal piscantes” ou “mini explosões silenciosas dentro dela”. Dentre os objetos voadores não identificados vistos pelos Gormans, seus vizinhos e outras testemunhas, estão também os clássicos aparelhos em forma de disco voador – ou “sombreiros voadores”, como são chamados –, de bastões iluminados como lâmpadas fluorescentes e uma nave em forma de charuto, com o gigantesco comprimento de vários estádios de futebol. De longe, os objetos mais comuns testemunhados por eles foram esferas flutuantes de diferentes tamanhos e cores. Em 1995 e 1996, os Gormans e outros moradores da região relataram 12 incidentes separados, quando viram grandes círculos alaranjados voando acima das árvores da área central da fazenda. Tom Gorman alega que, ocasionalmente, buracos se abriam nos círculos e outras esferas, menores que as anteriores, saíam de seu interior. Um fazendeiro vizinho informou ter tido seus próprios encontros com o que chamou de “uma bola de basquete voadora alaranjada”.
Estranhos objetos fotografados no Rancho
PORTAL DIMENSIONAL
Terry Sherman, sua esposa Gwen, os dois filhos adolescentes e vários outros membros da família já estavam acostumados com coisas estranhas acontecendo na fazenda, antes de vendê-la. Eles já viram inúmeros UFOs e misteriosas bolas de luz que parecem inteligentemente controladas – são as chamadas sondas ufológicas, presentes em todo o mundo. Seus vizinhos também já viram tais fenômenos, e mesmo os residentes de outras partes daquela região vêm relatando fenômenos semelhantes, desde a década de 50. Descendentes de índios da nação Ute, que habitaram Utah, confirmam que tais avistamentos já aconteciam no passado, sendo testemunhados por seus ancestrais. Contudo, anomalias aéreas não eram as ocorrências mais comuns na fazenda – pelo menos não por um bom tempo. Nos dois anos em que residiu na propriedade, Sherman perdeu 14 cabeças de gado de seu rebanho híbrido. Alguns animais simplesmente desapareceram, como se arrancados do chão e sugados para o céu, sem deixar vestígios. Outros foram perfurados e cortados com precisão cirúrgica, em episódios conhecidos como mutilações alienígenas de animais. Membros da família e vizinhos também já viram estranhas criaturas do tipo presente no folclore norte-americano, tais como o yeti, bigfoot ou pé-grande, e lobos de tamanhos anormais. E observaram animais e pássaros que não puderam identificar. Os cavalos da propriedade foram atacados, os cães incinerados e os gatos abduzidos. Os Sherman eram atormentados quase diariamente por pequenos incidentes caseiros que, individualmente, não seriam grande coisa, mas que, somados, não podiam ser desconsiderados. janela e portas na residência abriam subitamente como se arrombadas ou se fechavam com violência e sem explicação. Freqüentemente, quando Gwen tomava banho, constatava que sua toalha e outros itens pessoais, que ela deixara ao lado da banheira, simplesmente sumiam de dentro do banheiro trancado chave. Em certa ocasião, ela retornou da cidade carregada de uma grande quantidade de mantimentos e outros suprimentos, e guardou cuidadosamente as mercadorias em seus devidos lugares, nos armários da cozinha. Foi até outro cômodo por poucos minutos e, quando retornou, encontrou todos os suprimentos de volta sobre a mesa. Roupas,ferramentas e outros aparelhos pareciam ter desenvolvido vida própria naqueles anos que os Sherman residiram na propriedade – o mesmo que se passa hoje com o zelador que Bigelow contratou para cuidá-la. Um dia, um dos filhos de Sherman trabalhou exaustivamente para empilhar centenas de quilos de lenha ao lado de uma área de árvores na parte central da fazenda. Após um descanso de 30 minutos, para beber água na cozinha, ao retornar ao local, quase caiu de costas ao ver toda a lenha empilhada num lugar a quase 30 m de onde a colocou. Ferramentas freqüentemente desapareciam e reapareciam depois nas proximidades. Noutra ocasião, uma pesada pá escavadeira simplesmente desapareceu, sendo encontrada, dias mais tarde, entre os galhos de uma árvore de algodão, bem alto, como se tivesse sido colocada lá por um guindaste. Naturalmente, com tudo isso acontecendo, crescia nos Sherman um sentimento de desconforto e sensação de que estavam sendo observados constantemente – mas eles não tinham idéia de por quem ou pelo quê. ALIENÍGENAS OU FANTASMAS? Passei várias noites na propriedade, em vigília e permanente espera por quaisquer luzes estranhas ou outras manifestações que pudessem ocorrer. Ninguém que tenha pesquisado o rosário de fatos misteriosos que cerca aquela fazenda de Utah pode ainda dizer com segurança o que está ocorrendo lá. Os pesquisadores do NIDS não fazem nenhum tipo de afirmação de que sejam ETs, fantasmas ou skinwalkers, como afirmam as tradições dos utes. Eles ainda estão coletando dados e tentando encontrar explicações. Isto pode não ser muito confortante para quem passou noites inteiras sentado numa cadeirinha plástica, no meio de uma gélida escuridão, esperando que algo aconteça.
PESQUISA CIENTÍFICA RIGOROSA
Como descrito anteriormente, o empresário Robert Bigelow ouviu falar da fazenda e a comprou de imediato, convencendo Terry Sherman a ficar lá como zelador, ainda que contra a vontade da família. O homem agüentou apenas alguns meses e mudou-se para outra propriedade. Bigelow e o pessoal do National Institute for the Discovery of Science [Instituto nacional para a Descoberta da Ciência, NIDS], montou uma base de investigação constante no local. A organização é dedicada ao estudo de fenômenos inexplicáveis, como Ufologia e Parapsicologia, e entre seus membros há cientistas, engenheiros, técnicos e autoridades [O ex-astronauta Edgar Mitchell, sobre quem há artigo nessa edição, é um dos consultores da entidade]. Embora o NIDS estude eventos aparentemente bizarros, ele não opera com idéias pré-concebidas no que diz respeito à real natureza dos eventos, e tem o interesse primordial de encontrar a verdade, para onde quer que ela leve. Os membros de sua equipe ressaltam que são constantemente pressionados por Bigelow para que obedeçam rigidamente ao método científico. Devido ao fato de que o objeto de sua pesquisa é tão controverso nos círculos científicos, a entidade entende que qualquer desvio do método científico representaria uma perda de credibilidade. Se ela é considerada uma organização excêntrica, suas descobertas, não importando quão profundas ou bem documentadas, seriam desconsideradas sumariamente. A fazenda dos Sherman, portanto, se apresentou como uma oportunidade única de se estudar uma rica variedade de coisas exóticas em constante atividade. Era como pedir uma “pizza de estranhezas” com todas as coberturas ao mesmo tempo. UFOs e yetis, bolas de luz e mutilações de gado, poltergeist e círculos nas plantações, manifestações psíquicas e lendas indígenas antigas etc. A fazenda parecia ser um lugar único em todo o mundo e os membros do NIDS sabiam que deveriam ser cuidadosos, levando em consideração as histórias contadas pelas pessoas do local. “Nós não tínhamos nenhuma idéia pré-concebida sobre o que estava ocorrendo, mas decidimos usar uma abordagem de ‘filtro aberto’ para juntar informações”, disse Colm Kelleher, um microbiólogo do NIDS que viria a conhecer bem os Sherman em inúmeras visitas de pesquisa que fez à fazenda. “Tínhamos muitas reservas sobre lendas dos skinwalkers, avistamentos de pés-grandes e aquelas coisas que a família alegava estar vendo. Mas decidimos colher toda a informação que pudéssemos, sem desconsiderar nada de imediato, e avaliar tudo mais tarde”, disse, referindo-se a um ser mítico que teria poderes sobrenaturais, dentre os quais o de mudar de forma, deslocar-se invisivelmente em altas velocidades e interromper o movimento das coisas ao redor, como se pudesse parar o tempo. A lenda do skinwalker, reavivada pelas experiências dos Sherman, já estava presente desde os tempos dos antepassados dos ute.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fantasma em Ataque?
Essa banda estava ensaiando quando uma coisa meio estranho aconteceu.
Eu li que o baterista morreu depois de gravar esse video.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Polícia investiga ritual macabro em cemitério de Piracaia
Uma história curiosa e até um pouco assustadora virou assunto em Piracaia, na região bragantina. Uma sepultura foi violada. E o crânio do homem morto foi encontrado desenterrado, com indícios de algum ritual.
O estranho é que essa não foi a primeira vez que isso aconteceu no cemitério. No ano passado, uma sepultura da mesma família também foi violada.
Coveiro há vinte anos, Irineu Afonso Barbosa já ouviu muitas histórias, que ele jamais imaginou que poderiam ser verdade. A rotina de trabalho no cemitério tem sido agitada nos últimos dias. “Cheguei para trabalhar e vi o negócio mexido, tudo revirado ali. Tiraram a cabeça do corpo e deixaram a uns trinta centímetros depois”.
O crânio do homem, que foi enterrado há sete anos, teria sido usado para um ritual.
A administradora do cemitério municipal, Noelir Cruz Pereira, conta que objetos foram encontrados no local. “Presume-se que a pessoa cavou a sepultura, chegou até embaixo, porque aqui tem 1,2 metros de profundidade a sepultura, tirou o crânio e acendeu uma vela vermelha. Cravaram um punhal no crânio, tinha papéis dentro do crânio com nomes de pessoas. Isso parece coisa de pessoa que trabalha com magia negra”.
Quarenta pessoas estão enterradas no cemitério. E esta não foi a primeira vez que isso aconteceu em Piracaia. No fim do ano passado, outra sepultura também foi danificada. E um detalhe: nos dois casos, os corpos eram da mesma família.
A administradora do cemitério disse que o caso foi levado à polícia. “Foi retirado o crânio de Lorenço que é pai de Antenor, que agora teve a sepultura violada, e colocaram no canto do cemitério e cravaram três punhais. A polícia fotografou tudo, tiraram os punhais”. O vandalismo é o assunto que intriga e tem assustado os moradores.
O comerciante Hemerenciano José de Souza diz que o sentimento é de tristeza. “Mexer no cemitério é triste, eu acho que deviam tomar alguma providência”.
Outro comerciante Carlos Alberto machado espera uma solução. “Aqui é um lugar tão sossegado e a gente quer que polícia ou alguma coisa descubra o que está acontecendo”.
Já o ajudante geral, Joaquim Pereira da Silva Junior, diz que o caso tira o sossego da vizinhança. “Acho que a pessoa que faz isso não tem fé em Deus para mexer com quem já morreu, quer descansar e não tem paz”.
A Polícia Civil informou que esteve no cemitério para fazer uma perícia e que está investigando os dois casos, mas que não tem suspeitos pelo crime. Violar sepulturas pode dar de um a três anos de prisão.
O estranho é que essa não foi a primeira vez que isso aconteceu no cemitério. No ano passado, uma sepultura da mesma família também foi violada.
Coveiro há vinte anos, Irineu Afonso Barbosa já ouviu muitas histórias, que ele jamais imaginou que poderiam ser verdade. A rotina de trabalho no cemitério tem sido agitada nos últimos dias. “Cheguei para trabalhar e vi o negócio mexido, tudo revirado ali. Tiraram a cabeça do corpo e deixaram a uns trinta centímetros depois”.
O crânio do homem, que foi enterrado há sete anos, teria sido usado para um ritual.
A administradora do cemitério municipal, Noelir Cruz Pereira, conta que objetos foram encontrados no local. “Presume-se que a pessoa cavou a sepultura, chegou até embaixo, porque aqui tem 1,2 metros de profundidade a sepultura, tirou o crânio e acendeu uma vela vermelha. Cravaram um punhal no crânio, tinha papéis dentro do crânio com nomes de pessoas. Isso parece coisa de pessoa que trabalha com magia negra”.
Quarenta pessoas estão enterradas no cemitério. E esta não foi a primeira vez que isso aconteceu em Piracaia. No fim do ano passado, outra sepultura também foi danificada. E um detalhe: nos dois casos, os corpos eram da mesma família.
A administradora do cemitério disse que o caso foi levado à polícia. “Foi retirado o crânio de Lorenço que é pai de Antenor, que agora teve a sepultura violada, e colocaram no canto do cemitério e cravaram três punhais. A polícia fotografou tudo, tiraram os punhais”. O vandalismo é o assunto que intriga e tem assustado os moradores.
O comerciante Hemerenciano José de Souza diz que o sentimento é de tristeza. “Mexer no cemitério é triste, eu acho que deviam tomar alguma providência”.
Outro comerciante Carlos Alberto machado espera uma solução. “Aqui é um lugar tão sossegado e a gente quer que polícia ou alguma coisa descubra o que está acontecendo”.
Já o ajudante geral, Joaquim Pereira da Silva Junior, diz que o caso tira o sossego da vizinhança. “Acho que a pessoa que faz isso não tem fé em Deus para mexer com quem já morreu, quer descansar e não tem paz”.
A Polícia Civil informou que esteve no cemitério para fazer uma perícia e que está investigando os dois casos, mas que não tem suspeitos pelo crime. Violar sepulturas pode dar de um a três anos de prisão.
sábado, 27 de agosto de 2011
Familia ve sinais dos mortos de 11 de Setembro
Americana que perdeu marido no WTC compilou em livro histórias de premonições antes dos ataques e de supostas mensagens post mortem.
Para dezenas, esses foram sinais enviados por seus parentes após morrerem nos ataques às Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC), em Nova York, no 11 de Setembro.
“A primeira vez que tive certeza de ver meu marido foi seis meses depois de sua morte”, disse ao iG Joanne Kelly. “Ouvi um barulho como se alguém estivesse se mexendo, e fui de quarto em quarto na minha casa, ver o que era. Quando cheguei à cozinha, lá estava ele, de costas. Depois se virou e sorriu, foi até a porta e sumiu. Ele vestia exatamente a roupa que usava em 10 de setembro: bermudas, camiseta e um boné de beisebol na cabeça. Depois disso, as moedas começaram a aparecer.”
Joanne tem quatro filhas. Antes de seu marido, James Kelly, morrer, eles tinham o hábito de tirar cara ou coroa para dividir tarefas entre si, como definir quem buscaria as filhas em uma festa, por exemplo.
Na noite de 10 de setembro, uma das meninas precisava de material para terminar um trabalho escolar. James queria sair para correr, mas Joanne sugeriu que definissem na sorte quem iria à loja comprar o que faltava para a filha.
“Ele riu e acabou me convencendo a ir sem tirar o cara ou coroa. Mas, depois de sua morte, as moedas de 25 centavos começaram a aparecer nos lugares mais estranhos, mesmo em gavetas em que nunca as colocaria, como no banheiro”, afirmou a viúva.
Bonnie McEneaney também perdeu o marido, Eamon (com quem teve quatro filhos), no colapso das Torres Gêmeas.
Segundo ela, só depois da tragédia é que se deu conta de que seu marido pode ter pressentido sua própria morte.
Durante um almoço no feriado do Dia do Trabalho nos EUA, uma semana antes dos atentados de 2001, ela disse que Eamon assustou a família ao afirmar acreditar que terroristas voltariam a atacar o WTC.
Ao dizer isso, Eamon se referia à explosão de um carro-bomba que deixou sete mortos e vários feridos no subsolo da Torre Norte em fevereiro de 1993.
De acordo com Bonnie, seu marido chegou a conjecturar animadamente com seu irmão se, no caso de um novo ataque, devia levar seus colegas para o teto do edifício ou para o andar térreo. Eles decidiram, disse Bonnie, que a melhor saída seria o teto.
“Dois dias antes dos atentados, estávamos conversando, e Eamon me disse: ‘Não tenho mais medo de morrer. Quando acontecer, estarei preparado, então não se preocupe comigo’. Na hora fiquei preocupada e achei que meu marido estivesse ficando deprimido”, disse.
Bonnie aponta outras medidas adotadas pelo marido como sinais de que se preparava para uma tragédia iminente.
Segundo ela, cerca de dois meses antes dos ataques, Eamon aumentou o valor de seu seguro de vida e começou a instruí-la a ser mais rígida na educação dos filhos.
“Sou uma pessoa muito pé no chão. Então, quando ouvia isso dele, achava que era depressão, exagero ou sua reação ao se sentir envelhecendo. Mas, depois que tudo aconteceu, ficou muito claro para mim que ele efetivamente sabia e se preparou para algo importante”, afirmou.
Dias após o colapso das torres, Bonnie e sua família ainda procuravam Eamon nos hospitais de Nova York, como milhares de outras famílias.
“Aquela situação de total desconhecimento sobre o paradeiro da pessoa é completamente extenuante. Por isso, em 13 de setembro, depois de dois dias sem dormir e enquanto parentes e amigos faziam ligações para tentar localizá-lo, fui até o jardim e fiquei observando aquele dia quente, sem nenhuma brisa, totalmente estagnado. Depois de um tempo, com muita frustração, gritei: ‘Por favor, Eamon, me diga: onde você está?’, e foi aí que aconteceu. Ele ou alguém ou alguma coisa respondeu.”
De acordo com Bonnie, a copa de uma árvore enorme do jardim de sua casa, na qual Eamon anos atrás havia escrito ‘O Amor é Para Sempre’, começou a se mexer.
“No início, pouco, mas com o passar do tempo as folhas se mexiam todas, como se um rio de vento passasse por ali. Nada mais se mexia, só a copa daquela árvore. Depois esse vento veio até mim e foi embora”, relatou Bonnie.
“Não sei o que era isso, mas sabia que era uma resposta à minha pergunta: Eamon estava morto, e talvez ele mesmo estivesse me dizendo isso.”Nas várias cerimônias que se seguiram nos dias e meses seguintes, ela começou a conversar com outras famílias sobre experiências parecidas.
Depois de ouvir centenas de histórias de supostas mensagens e sinais recebidos das vítimas do 11 de Setembro, Bonnie decidiu escrever o livro “Messages, Signs, Visits and Premonitions from Loved Ones Lost on 9/11” (“Mensagens, Sinais, Visitas e Premonições de Entes Queridos Mortos no 11 de Setembro”, em tradução livre).
"Não sei se é Deus, não sei se são os mortos, se é a própria natureza se comunicando. O que sei é que essas mensagens são muito positivas para quem as recebe, e ajudam no luto de muita gente. Então, por que não contá-las para todos lerem?”, completou.
Fonte: IG via Arquivos do Insólito
domingo, 21 de agosto de 2011
Salva pelo sobrenatural
Eu vi em um site que um leitor falou alguma coisa que me deichou com a cabeça encucada.
Esse relato aconteceu a mais ou menos dois anos atrás, na época eu tinha 17 anos.
Meus pais morreram quando eu era muito nova, por isso fui criada pela minha avó que já era muito velhinha então eu trabalhava muito para sustentar nós duas já que a única renda da minha avó era a aposentadoria.
Eu moro aqui no interior de Minas Gerais, mas como a minha cidade é muito pequena e as oportunidades também, acabei arrumando um emprego na capital que fica mais ou menos 2 horas e meia de onde eu moro. A rotina era muito desgastante. Eu saía de casa ás 5h30 da manhã para regressar ás 23h00 da noite, e em uma dessas minhas jornadas de volta eu acabei cochilando no ônibus e nem me dei conta de onde estava, quando dei por mim o motorista estava em cima de mim me beijando! Eu fiquei apavorada e dei um pulo na hora! Ainda meio confusa eu percebi que ele não havia ido para a garagem, o que seria normal. Nós estávamos no meio do nada. Era uma estrada de terra com mato dos lados, o local perfeito para se fazer algo que não queira que saibam.
Depois de levantar, comecei a gritar e então aquele homem, que devia ter uns 25 anos, me disse que se eu gritasse me mataria. O desespero fez com que eu saísse correndo na mesma hora em que ele disse isso, era muito escuro, mas eu corri e não parei mais. Ele estava atrás de mim e quando estava prestes a me alcançar aconteceu algo muito estranho: Veio uma luz muito forte, mas muito forte mesmo e a estrada era desértica não tinha por onde vir aquela luz. De repente aquele homem que estava prestes a me alcançar parou de correr e deu um grito terrível, era como se ele estivesse apavorado, foi um grito de pavor. Eu, com muito medo, continuei a correr e em nenhum momento olhei para atrás.
Depois de uns 40 minutos correndo eu consegui chegar até uma rodovia mais movimentada e pedir ajuda. Fui até a polícia e fiz queixa sobre o motorista, mas não comentei nada sobre o clarão.
No dia seguinte eu recebi uma ligação do delegado. Eles tinham encontrado o motorista exatamente no mesmo lugar em que estávamos. Ele tinha sofrido um enfarto ali, naquele local. Eu fiquei muito surpresa com isso, afinal o motorista era um homem jovem e muito forte.
Pode até ser que tenha sido sorte minha, mas nada me tira da cabeça que aquele clarão teve algo a ver com a morte dele...
Fonte: Sobrenatural
Esse relato aconteceu a mais ou menos dois anos atrás, na época eu tinha 17 anos.
No dia seguinte eu recebi uma ligação do delegado. Eles tinham encontrado o motorista exatamente no mesmo lugar em que estávamos. Ele tinha sofrido um enfarto ali, naquele local. Eu fiquei muito surpresa com isso, afinal o motorista era um homem jovem e muito forte.
Pode até ser que tenha sido sorte minha, mas nada me tira da cabeça que aquele clarão teve algo a ver com a morte dele...
Fonte: Sobrenatural
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Espiritos
Essa é uma reconstituição feito pela Discovery sobre o caso de uma família que está sendo perturbada em sua casa, e pede ajuda de um paranormal para se livrar do espírito...
Acredita.
Acredita.
Voz no BBB2
Alguém aqui lembra da Cida? Ela era uma aeromoça e perdeu a irmão quando estava lá,a questão é que no mesmo dia em que sua irmã faleceu, Ela escultou uma voz chamando pelo nome mais ou menos na mesma hora que sua irmã morrreu.
Vale ressaltar que ela não sabia da morte da irmã quando isso aconteceu.
E você? Acha que tudo não passou de coincidência ou acredita que o que aconteceu foi um caso sobrenatural?
Vale ressaltar que ela não sabia da morte da irmã quando isso aconteceu.
E você? Acha que tudo não passou de coincidência ou acredita que o que aconteceu foi um caso sobrenatural?
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